Buscar
  • higidusmedicina

Tratamentos alternativos podem colaborar no alívio dos sintomas de diabetes

Considerada uma uma epidemia global pela OMS, a diabetes é uma doença comum no Brasil, que ocupa o 4º lugar no ranking dos países com o maior número de casos



A diabetes é uma preocupação mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é provável que 1 a cada 11 pessoas no mundo tenha diabetes. E, infelizmente, este número tem sido crescente. Só no Brasil, ainda segundo a Organização, estima-se que, entre 2008 e 2018, houve um aumento de 61,8% na incidência da doença.


A diabetes é caracterizada pela falha na produção (tipo 1) ou recepção da insulina - hormônio responsável por regular a glicose no sangue - (tipo 2). Por isso, pode causar o aumento da glicemia levando a graves complicações no organismo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), numa pesquisa divulgada em 2021, mais de 12 milhões de brasileiros são acometidos pela doença.


A diabetes se apresenta de diversas formas. Entretanto as duas categorias mais comuns e conhecidas são as tipo 1 e tipo 2. A diabetes do tipo 1 é considerada uma doença crônica, hereditária e não transmissível. Representa, aproximadamente, 10% do total de diabéticos e afeta, sobretudo, crianças e adolescentes. Ela surge quando as células de defesa do corpo atacam o pâncreas e interferem na produção de insulina.



Já a diabetes do tipo 2 ocorre quando o corpo não consegue aproveitar totalmente a insulina produzida (resistência à insulina). Sobrepeso, sedentarismo e maus hábitos alimentares podem estar atrelados ao desenvolvimento dessa comorbidade.


Nutricionista na Higidus - Medicina Integrada, Simone Pinheiro explica que se um paciente não tem qualidade de sono e não se alimenta de forma saudável, pode sofrer impacto no controle da glicemia e gerar consequências severas. “Problemas renais, dificuldade na cicatrização, amputação de membros, cegueiras, entre outros”, exemplifica a especialista.


Mas, se você sofre com a diabetes, fique tranquilo! Existem formas de controlar a doença e tratamentos que auxiliam no controle dos sintomas que podem surgir por complicações da diabetes. Lembre-se de sempre seguir as orientações médicas e corrigir velhos hábitos que podem ser prejudiciais à sua saúde.



Consequências e tratamentos


Uma complicação frequente da diabetes não controlada, devido aos altos níveis de açúcar no sangue, é a Neuropatia Diabética - caracterizada pela degeneração progressiva dos nervos. Esse dano pode diminuir a sensibilidade à dor em diversas partes do corpo.


O tipo mais comum de Neuropatia Diabética é a Periférica que, geralmente, se apresenta nos pés e pernas, seguido por mãos e braços. Estima-se, inclusive, que uma a cada quatro pessoas com diabetes sofra de problemas nos pés ao longo da vida.


A Neuropatia Periférica pode causar graves problemas nos pés como, por exemplo, o conhecido “pé diabético”, caracterizado por úlceras ou infecções no local. Isso ocorre pois, além da dificuldade para sentir e identificar a dor, pessoas com diabetes tendem a apresentar problemas de circulação que dificultam a chegada do sangue aos membros mais distantes do coração. Por isso, essa região recebe menos oxigênio, prejudicando a cicatrização e podendo levar à morte do tecido.


Além disso, na diabetes descompensada ocorre uma aumento no número de casos de demência (vascular, micro angiopatia, gliose) e doença de Alzheimer, em porcentagens que trabalhos apontam uma incidência de 56% a 73%.


A nutricionista Simone Pinheiro ressalta que alguns alimentos podem auxiliar no processo da cicatrização, tais como os ricos em vitamina C morango e kiwi - que ainda possuem uma carga glicêmica mais baixa. "Esse paciente precisa ingerir proteínas, como, carnes magras, azeite - por ser anti-inflamatório -, nozes, brócolis, espinafre, colágeno, fígado, ovo, sementes de abóbora, arroz integral e a vitamina K - que auxilia na coagulação", explica a nutricionista.



A Ozonioterapia também é uma excelente aliada no processo de cicatrização da pessoa com diabetes. Esse procedimento estimula o desenvolvimento de novos vasos sanguíneos e acelera o tempo de recuperação dos ferimentos quando comparado a tratamentos convencionais.


Mas, mesmo sendo um excelente apoio neste processo, a enfermeira da Higidus, Kislane Lima, destaca que o procedimento deve caminhar junto ao tratamento tradicional. "É importante lembrar que o tratamento não pode ser iniciado em pacientes descompensados, ou seja, eles precisam estar em tratamento, tomando as medicações certinhas para dar início à ozonioterapia", explica Kislane.


Além dos problemas relacionados à cicatrização, de acordo com estudos, os pacientes com diabetes também têm duas vezes mais chances de desenvolver perda de audição - leve a moderada - e zumbido, do que com pessoas sem diabetes. E, embora existam diferentes tipos de perda auditiva, a perda neurossensorial é a mais comum entre os diabéticos.


Isto é, a perda auditiva ocorre, geralmente, de duas maneiras: a condutiva, que é quando alguma barreira (como cera, infecções ou ferimentos no tímpano) impede passagem de som para o ouvido e pode ser tratada mais facilmente. Já a surdez neurossensorial acomete o nervo auditivo impedindo que o som chegue até o cérebro - e a diabetes é um fator de risco para essa situação.



Otorrinolaringologista e terapeuta ortomolecular da Higidus - Medicina Integrada, Dr. Sebastião Rocha explica que há esperanças para prevenir esse tipo de consequências e que um paciente que segue as orientações médicas pode ter um retorno satisfatório, sem complicações severas. “Esse paciente precisa ter uma dieta pobre em carboidratos refinados, rica em nutrientes e carboidratos fibrosos, além de fazer atividade física para que essa doença não evolua. Eu receito nutrientes para desinflamar o corpo, para que não evolua para uma perda auditiva”, destacou o médico.


Na esfera biomolecular, "nos pacientes diabético o uso de soroterapia com ácido alfa lipóico - excelente antioxidante com ação neuroprotetora e cardioprotetora - juntamente com a curcumina intramuscular, atuam na glicação de proteínas e na inflamação crônica não infecciosa, retardando e/ou revertendo o progresso lesivo da diabetes", conclui o Dr. Sebastião.


O paciente com diabetes deve estar sempre atento aos próprios hábitos e ao próprio organismo. Seguir as recomendações médicas e estar sempre acompanhando a evolução de sintomas, caso surjam. É possível ter qualidade de vida convivendo com a diabetes. E nisso, nós da Higidus podemos te ajudar!

34 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo